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Novo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher é nomeado para o período de 2024-2025

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O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Várzea Grande (CMDM/VG) ganha destaque novamente ao nomear seus novos membros para o período de março de 2024 até dezembro de 2025. Este órgão desempenha um papel fundamental na promoção e proteção dos direitos das mulheres na região, garantindo espaços de diálogo, representatividade e ações concretas em prol da equidade de gênero.

Com a publicação do Decreto Nº 18, de 15 de março de 2024, assinado pelo prefeito Kalil Baracat, a composição do Conselho se renova e fortalece seu compromisso com a comunidade, assegurando que as demandas e necessidades das mulheres sejam ouvidas e atendidas de forma eficaz.

Entre os designados do Poder Público Municipal para integrar o Conselho, destacam-se representantes de diversas áreas, tais como Assistência Social, Defesa Social, Educação, Saúde, Comunicação Social, Procuradoria, Legislativo Municipal, e da sociedade civil organizada entidades como a Pastoral das Mulheres Marginalizadas, Caritas, Liga de Reestruturação das Irmãs Ofendidas no seu Sentimento – LÍRIOS, OAB Várzea Grande, Centro Popular Dorcelina Folador e Ação Social Nova Aliança – ASNA.

A Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Conselheira Alexandrina Rodrigues Esquível, enfatiza a importância desse órgão para a comunidade: “Estamos comprometidas em trabalhar incansavelmente pela equidade de gênero, pela proteção das mulheres e pelo combate a todas as formas de violência e discriminação”.

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O Conselho conta também com a liderança da Conselheira Ana Cristina Vieira, que é secretária municipal de Assistência Social, reforçando assim sua capacidade de atuação e articulação para garantir avanços significativos na defesa dos direitos femininos em Várzea Grande. “O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Várzea Grande continua sua missão de defender e promover os direitos das mulheres, contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária”, pontuou a gestora.

Segue abaixo a lista completa dos membros do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Várzea Grande e as instituições que representam: Alexandrina Rodrigues Esquível (titular) e Ana Cristina Vieira e Silva (suplente), representantes da Secretaria Municipal de Assistência Social; Inês Guimarães Rodrigues (titular) e Sirlei Salete Piasecki (suplente), representantes da Secretaria Municipal de Defesa Social – Guarda Municipal de Várzea Grande; Silvia Martins Rocha (titular) e Renata Monteiro da Silva Gallo (suplente), representantes da Procuradoria-Geral do Município de Várzea Grande; Sara Vitalino de Souza (titular) e Cláudia Aparecida dos Santos (suplente), representantes da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer; Caroline Aparecida de Carvalho (titular) e Maria Aparecida (suplente), representantes da Secretaria Municipal de Saúde; Rafaela Maximiano Alves Magalhães (titular) e Jane Cássia Duarte Ventura (suplente), representantes da Secretaria Municipal de Comunicação Social; Rosemary Souza Prado (titular) e Gisele Aparecida de Barros (suplente), representantes da Câmara Municipal; Paulette Rose da Costa e Silva (titular) e Maria Aparecida Mendes de Barros (suplente), representantes da Pastoral das Mulheres Marginalizadas; Valdirene Aparecida Boin de Lima (titular) e Ana Conceição Elias e Silva (suplente), representantes da Caritas; Renata Gonçales Rodrigues de Moraes (titular) e Tânia Regina de Matos (suplente), representantes da Liga de Reestruturação das Irmãs Ofendidas no seu Sentimento – LÍRIOS; Franciele de Azevedo Siqueira (titular) e Nilza Mendes Ozorio (suplente), representantes da Instituição OAB Várzea Grande; Divina Francisca de Paula (titular) e Odete Ferreira de Lima (suplente), representantes do Centro Popular Dorcelina Folador; Sara Santana de Campos (titular) e Laise Valeria Costa Martins (suplente), representantes da Ação Social Nova Aliança – ASNA.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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