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Fabinho Tardin destaca compromisso com o comércio em inauguração da Fecomércio em VG

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O deputado estadual Fabinho Tardin participou, nesta sexta-feira (20), da inauguração da nova unidade da Fecomércio em Várzea Grande. O espaço reúne, em um único local, serviços nas áreas de educação profissional, saúde, tecnologia e inovação, com foco no fortalecimento do comércio e na ampliação das oportunidades de desenvolvimento econômico e social.

Durante o evento, o parlamentar destacou seu compromisso com o setor produtivo e a população várzea-grandense. Ele também celebrou a homenagem que dá nome ao prédio, Maria de Lourdes Gonçalves, mãe do vice-prefeito do município, Tião da Zaeli, lembrada in memoriam.

“É uma alegria ver uma estrutura como essa chegando para cuidar das pessoas, especialmente de quem mais precisa”, afirmou.

Fabinho relembrou sua trajetória na vida pública e reforçou a atuação em defesa do comércio local desde o período em que presidiu a Câmara Municipal. Segundo ele, a criação da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços (CICS) foi um marco para ampliar o diálogo entre o poder público e os empreendedores.

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“Foi a partir dessa iniciativa que os projetos passaram a ser debatidos com quem realmente é impactado. Antes, não havia esse espaço. Hoje, temos mais participação e decisões mais justas”, destacou.

O novo complexo foi projetado como um ambiente moderno e integrado, voltado à qualificação profissional e à oferta de serviços essenciais, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e da comunidade.

A unidade é resultado de uma iniciativa do Sistema Comércio, por meio da Fecomércio-MT, Sesc e Senac, sob a liderança do presidente José Wenceslau de Souza Júnior.

O deputado também ressaltou os investimentos destinados ao município nos últimos anos e a importância da representatividade política local.

“Depois de muitos anos sem um representante da cidade na Assembleia Legislativa, hoje Várzea Grande volta a ser prioridade. Já são mais de R$ 500 milhões em investimentos. Seguiremos trabalhando para garantir ainda mais avanços”, afirmou.

Com cerca de 5 mil metros quadrados de área total, o complexo conta com aproximadamente 2 mil metros quadrados de área construída para atender os serviços do Sesc e do Senac. A estrutura dispõe ainda de mais de 90 vagas de estacionamento e está localizada na Avenida da FEB, em um dos principais acessos entre Várzea Grande e Cuiabá.

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*Por Cátia Alves | Assessoria de Imprensa*

*Foto: Maycol Entonny | Gabinete deputado Fabinho Tardin*

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Afroteca inspira expansão do acervo negro nas bibliotecas de Várzea Grande

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O sucesso da Afroteca, inaugurada recentemente na Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, em Várzea Grande, já inspira uma nova etapa do projeto: a ampliação do acervo para outros equipamentos públicos de leitura do município.

Criada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR/VG), a Afroteca foi inaugurada no dia 10 de setembro e reúne um acervo dedicado à história, à cultura, à memória e à produção intelectual negra.

A proposta agora é descentralizar esse conhecimento e ampliar o acesso de crianças, adolescentes e moradores a obras que apresentam diferentes perspectivas sobre a população negra, suas trajetórias, conquistas, personagens e contribuições para a sociedade.

Segundo a superintendente de Cultura, Lu Arruda, a ampliação será realizada de acordo com o perfil de cada equipamento. Na Biblioteca Inhazinha, por exemplo, o foco será o público infantojuvenil, que possui grande circulação no espaço.

“Como temos um público infantojuvenil muito grande e uma rotatividade bastante significativa de crianças e adolescentes, vamos levar para lá acervos voltados especificamente para esse público. A linguagem precisa conversar com essas idades e despertar o interesse pela leitura”, explicou Lu Arruda.

O projeto também deverá chegar ao Centro Cultural, que receberá um ponto de leitura com obras diversificadas. A intenção é que a Afroteca esteja presente ainda no futuro Céu da Cultura, previsto para a região do Chapéu do Sol, que contará com uma nova biblioteca, além de espaços para teatro, audiovisual e outras atividades culturais.

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“A Afroteca também estará presente no Céu da Cultura. Será uma biblioteca muito ampla, com acervo atualizado e diversos espaços para atender a população”, destacou a superintendente.

A expansão não ficará restrita ao acervo sobre cultura negra. A proposta da Superintendência de Cultura é aproveitar os equipamentos de leitura para valorizar também a história e a identidade dos diferentes bairros e regiões de Várzea Grande.

A iniciativa pretende aproximar o leitor da própria realidade. Ao encontrar na biblioteca histórias sobre seu bairro, sua comunidade, sua cultura e pessoas que fazem parte daquela trajetória, o morador passa a reconhecer o espaço público de leitura também como um lugar de pertencimento.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ampliar o acesso aos livros e incentivar a leitura desde os primeiros anos é uma responsabilidade que precisa ser assumida pelo poder público.

“Valorizar a leitura desde a infância é investir na formação de cidadãos mais conscientes, curiosos e preparados para compreender o mundo ao seu redor. E essa formação também passa pela possibilidade de nossas crianças e adolescentes encontrarem nos livros diferentes histórias, culturas e personagens nos quais possam se reconhecer. É uma obrigação do poder público estar atento a essa questão e criar cada vez mais oportunidades de acesso à leitura e ao conhecimento”, destacou Maria Fernanda.

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A secretária ressalta ainda que a política de leitura precisa estar presente não apenas nas escolas, mas também nos espaços culturais e bibliotecas, ampliando as possibilidades de acesso aos livros para toda a comunidade.

Afroteca ganha novos caminhos após reconhecimento do público

A decisão de ampliar o projeto surgiu após a receptividade positiva durante a inauguração da Afroteca na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira. Para Lu Arruda, o resultado mostrou que havia uma demanda por representatividade dentro dos equipamentos públicos.

“Foi um sucesso. As pessoas se sentiram representadas dentro da biblioteca. Esse é o diferencial: quando conseguem se conectar com um equipamento público, percebem que aquele espaço também pertence a elas”, afirmou.

Com a ampliação, a Prefeitura pretende transformar a Afroteca em uma rede de acesso à história, à cultura e à literatura negra, conectando diferentes regiões de Várzea Grande e fortalecendo as bibliotecas e os pontos de leitura como espaços de conhecimento, identidade e pertencimento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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