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Cras realiza busca ativa para ampliar participação de mulheres no Serviço de Convivência

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O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Cristo Rei realizou ao longo da semana, uma ação de busca ativa para convidar novas participantes para integrar o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). A iniciativa tem como objetivo fortalecer o atendimento ofertado à comunidade, ampliando o acesso de mulheres às atividades desenvolvidas pelo equipamento.

A orientadora social do SCFV de mulheres, Ingrid Oliveira Biserra, foi responsável pela ação realizada, convidando mulheres interessadas em participar do grupo feminino, que acontece todas as terças-feiras no Cras Cristo Rei.

O grupo é voltado para empoderamento feminino, realização de oficinas, palestras, orientações, rodas de conversa e escutas qualificadas, promovendo acolhimento e fortalecimento de vínculos comunitários.

“Nosso objetivo é aproximar essas mulheres do Cras Cristo Rei e mostrar que aqui elas têm um espaço de acolhimento, escuta e fortalecimento. É um momento importante para trocar experiências, criar vínculos e fortalecer a autoestima, além de garantir acesso a informações e apoio social. O SCFV é gratuito e está de portas abertas para quem quiser participar.”, disse Ingrid.

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O serviço é destinado a mulheres territorialmente referenciados ao Cras, com oficinas desenvolvidas nos períodos matutino e vespertino, de forma gratuita e pode ser acessado de forma espontânea, por encaminhamento da rede socioassistencial e de outras políticas públicas, ou ainda por meio de busca ativa realizada pela equipe técnica do Cras.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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