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Bombeiros militares retiram vítima presa às ferragens após acidente na MT-060

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na noite desta segunda-feira (23.12), o desencarceramento de uma vítima presa às ferragens de um veículo após um acidente de trânsito na MT-060, no município de Nossa Senhora do Livramento (a 40 km de Cuiabá).

A equipe do 2º Batalhão Bombeiro Militar (2º BBM) foi acionada por volta das 19h50 pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Segundo relatos de testemunhas, o acidente foi causado por uma colisão frontal entre duas caminhonetes. Um dos veículos teria tentado realizar uma ultrapassagem, que foi malsucedida.

No local, os bombeiros militares constataram que, devido ao impacto, um dos veículos foi arremessado para as margens da rodovia. Dentro dele, encontrava-se uma vítima presa às ferragens, cujo óbito foi confirmado pelos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Os bombeiros militares realizaram prontamente os procedimentos de desencarceramento do corpo do homem, de 38 anos. Após a conclusão do trabalho, o corpo foi entregue à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Instituto Médico Legal (IML) para as providências legais.

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Além dessa vítima fatal, outras três pessoas foram atendidas pelo Samu e encaminhadas para uma unidade de saúde. Entre os feridos estavam os condutores dos veículos envolvidos no acidente e uma criança. Não há informações sobre o estado de saúde dessas vítimas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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