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Câmara discute proposta para atrair montadoras de veículos elétricos pra Cuiabá

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Da Assessoria.
A Comissão de Inovação, Ciência e Tecnologia da Câmara Municipal de Cuiabá reuniu-se na tarde desta quarta-feira (14) para debater propostas relacionadas ao setor de veículos elétricos. O encontro ocorreu na sala das comissões e foi presidido pelo vereador Adevair Cabral (Solidariedade), com a participação dos vereadores Dídimo Vovô (PSB) e Marcos Brito Júnior (PV).
A pauta foi sugerida pelo vereador Kássio Coelho (Podemos), que recentemente participou de um evento voltado para o setor produtivo de carros elétricos. Durante a reunião, ele destacou a importância de Cuiabá se alinhar às novas tendências tecnológicas e sustentáveis, citando como exemplo estados que oferecem incentivos fiscais para a aquisição de veículos elétricos, como isenção de IPVA, taxas de emplacamento e ICMS — a exemplo do Distrito Federal.
Na ocasião, o vereador Dídimo Vovô apresentou uma proposta voltada à atração de montadoras de veículos elétricos para a capital mato-grossense. A sugestão é que o governo do Estado, em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, elabore políticas públicas que ofereçam incentivos fiscais ao setor.
“O mercado de veículos elétricos está em franca expansão no Brasil e no mundo. Cuiabá precisa se posicionar estrategicamente, oferecendo atrativos para empresas que queiram se instalar aqui. Isso pode gerar empregos, movimentar a economia local e promover a transferência de tecnologia”, afirmou Dídimo.
A proposta será encaminhada ao Executivo para avaliação e possível inclusão na agenda de desenvolvimento econômico da capital.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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