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COMPORTAMENTAL, MEDITAÇÃO, MOTIVAÇÃO

Quem pode acusar?

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Por Francisney Liberato

Alguns mestres da Lei e fariseus levaram a Jesus uma mulher que tinha sido apanhada em adultério e a obrigaram a ficar de pé no meio de todos. João 8:3

Você já parou para pensar que ao nosso redor, infelizmente, encontramos mais pessoas apontando o dedo para nós, tentando encontrar falhas sobre nós, inventando mentiras a nosso respeito, do que pessoas dispostas a nos ajudar e/ou apontar alguma qualidade nossa? Os seres humanos são assim, infelizmente.

Têm indivíduos que se colocam acima ou no mesmo nível da lei, como se fossem guardiões dela. É muito fácil se colocar na posição de acusador e querer decidir a vida das pessoas.

Se até no sistema jurídico brasileiro existe a separação entre o órgão acusador e o poder julgador, por que na vida pessoal deve ser diferente? Existe uma razão para que haja a separação entre essas funções, que é a de preservar a independência técnica e a imparcialidade, para termos a aplicação da justiça corretamente.

No texto da reflexão, nos referimos à história de uma mulher apanhada em adultério, registrada no livro de João capítulo 8.

A audácia daqueles homens era tão grande que o texto cita que eles, ao levarem a mulher, interromperam a aula que estava sendo ministrada por Jesus Cristo: “De madrugada ele voltou ao pátio do Templo, e o povo se reuniu em volta Dele. Jesus estava sentado, ensinando a todos”.

Esses mestres da lei eram tão inconvenientes; eles não respeitavam nem a Jesus Cristo e nem o consideravam como o Messias. Estavam sempre à procura de alguma prova para condená-lo e matá-lo.

Aqui vai uma grande lição para nós a respeito do tipo de pessoa que age de forma sorrateira: nem sempre os que estão próximos a nós ou aqueles que nos confidenciam as suas vidas são pessoas confiáveis. Às vezes, estão mais preocupados em captar informações e levar a mensagem distorcida para os outros, ou seja, manchar a nossa reputação.

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Observe bem a artimanha daqueles homens que não respeitavam Jesus Cristo; eles queriam acabar com a vida dEle. Eram homens que se achavam especiais ou mais santos do que os demais daquela época; os “observadores e cuidadores da lei”.

Quando as pessoas dizem que estão no mesmo nível ou acima da lei, ocorre o que aconteceu com aqueles homens, que estavam tão cegos e fanáticos que nem respeitaram e muito menos reconheceram o verdadeiro salvador deste mundo.

Geralmente, no caso de quem aprecia acusar, criticar e julgar o outro, é comum que o problema esteja com ele e não com a outra pessoa. Mas, por não conseguir dominar a sua vida, é preferível transferir esse encargo ao próximo. Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo.

Na história, é evidente que a mulher cometeu ato de adultério, que é contrário à lei moral. Na época ela deveria ser condenada. Porém, Jesus mostrou àqueles homens que a mulher não cometeu adultério sozinha e que teve a participação de pelo menos um homem.

Perceba que tínhamos um grupo de homens que queriam apenas acusar e condenar aquela mulher, e, ao mesmo tempo, condenar a Cristo. Ainda bem que o Mestre os chamou para uma reflexão de suas vidas, para entender que o pecado ocorrido tivera a participação de um homem, que também era pecador igualmente à mulher. Na época, a sociedade era extremamente machista.

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Além de tudo isso, é impossível não imaginar o constrangimento que aquela mulher sofreu em meio à multidão, diante dos professores da lei, da sociedade de modo geral, de seus conhecidos e dos seus amigos. Ela foi exposta e humilhada.

Jamais devemos ter a mesma atitude daqueles homens. Se há pecado, falhas e a quebra da lei, que o caso seja conduzido de forma sigilosa, discreta e respeitosa por quem cabe julgar.

Que bom é saber que existe um Deus que pode nos dar um novo sentido à vida. Que bom saber que somente Ele pode nos acusar e condenar. Nem mesmo nós devemos nos autocondenar e ter sentimento de culpa, pois isso destrói a nossa paz. Que possamos entregar as nossas vidas nas mãos daquEle que tudo pode e que tudo faz para nos salvar.

Francisney Liberato é Auditor do Tribunal de Contas. Escritor. Palestrante. Professor. Coach e Mentor. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa. Bacharel em Administração, Bacharel em Ciências Contábeis (CRC-MT) e Bacharel em Direito (OAB-MT). Membro da Academia Mundial de Letras. Autor dos Livros: “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência”, “A arte de ser feliz”, “Singularidade”, “Autocontrole”, “Fenomenal”, “Reinvente sua vida” e “Como passar em concursos – Vol. 1 e 2”, “Como falar em público com excelência”, “Legado”, “Liderança”, “Ansiedade”, “Mude sua vida em 50 dias Premium”“Inteligência Emocional”, “Manual do Concurseiro”, “Sabedoria”, “Discípulos” e “Educação Financeira”.

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ARTIGOS

Por mais respeito e proteção às mulheres

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Ser deputado estadual é também assumir responsabilidades diante dos desafios que enfrentamos como sociedade. Entre eles, um dos mais urgentes é a proteção e a valorização das mulheres.

Infelizmente, Mato Grosso ainda registra altos índices de violência contra a mulher. Diante dessa realidade, é dever de todos nós — poder público e sociedade — fortalecer políticas que garantam segurança, dignidade e oportunidades.

Ao longo do meu mandato, tenho buscado contribuir com esse compromisso por meio de leis e projetos voltados à proteção, à saúde e à valorização das mulheres.

Entre as iniciativas já aprovadas estão medidas que fortalecem o atendimento nas Delegacias Especializadas de Defesa da Mulher, ampliando o acesso ao serviço, inclusive aos finais de semana e feriados.

Também são resultado desse trabalho leis que garantem mais dignidade na área da saúde, como a distribuição gratuita de sutiãs pós-mastectomia para pessoas em situação de vulnerabilidade, além de políticas que asseguram direitos a atletas durante a gestação e após o parto.

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Outras ações buscam incentivar a prevenção de doenças cardiovasculares entre mulheres e ampliar campanhas de conscientização sobre saúde e qualidade de vida.

Além das leis já sancionadas, seguimos trabalhando em novos projetos voltados à proteção das vítimas de violência, ao incentivo ao empreendedorismo feminino, ao fortalecimento da presença da mulher no esporte e à ampliação de políticas públicas que promovam mais igualdade.

Essas iniciativas representam apenas parte de um compromisso que assumo diariamente: trabalhar para que as mulheres tenham mais segurança, mais respeito e mais oportunidades em Mato Grosso.

Neste Dia Internacional da Mulher, reforço meu reconhecimento à força, à coragem e à importância de cada mulher na construção de uma sociedade mais justa.

Seguirei trabalhando para que cada uma tenha voz, espaço e proteção.

Feliz Dia Internacional da Mulher.

_Fabinho Tardin é deputado estadual por Mato Grosso_ .

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